NÃO-DUALIDADE – ADVAITA APLICADO E O ‘CAMINHO DIRETO’


Expondo os Mecanismos de Auto-Limitação e o Reconhecimento da Nossa Natureza Verdadeira

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O Que é Não-Dualidade? – Uma Introdução

Advaita

Apesar dos limites da linguagem, as pessoas têm faladas sobre o ‘indizível’, desde os primórdios da comunicação.

Alguns usam poesia. Alguns utilizam meios não-verbais; música ou artes visuais. E alguns usam ‘ponteiros verbais’, metáforas e parábolas para mostrar os limites da linguagem e para apontar ao aquilo que está além da linguagem.

Não-dualidade é o ‘Um sem um Segundo’. É isso, a que as tradições esotéricas das religiões principais, sempre se referiram, e aquilo que os grandes sábios de todos os tempos tem categoricamente afirmado ser a realidade final. Até mesmo a ciência moderna confirma isso:

Singularidade, Unicidade, União ou Não-Dualidade é a essência é a substância de tudo que É – manifesto ou não-manifesto; A vida, homem, Deus, ‘Eu’, o mundo, o universo – tudo isso é o inseparável ‘TODO-UM’.

Esta Totalidade, e verdade final, tem sido chamado de muitos nomes:

não dualismo

Em termos menos tradicionais, muitas vezes é referido como:

Não Dualidade

É a partir disso que, também, podemos entender os conceitos de totalidade (atribuídos a Deus):

Não-Dualismo

Em outras palavras: TODO presente, TODO ciente, TODO poderoso – não três coisas diferentes, mas três aspetos da mesma realidade.

Será que há um espaço nisso para um ‘eu’, ou um ‘você’, ou ‘alguma coisa’ fora desta Totalidade; fora desta Presença?

Porém… O problema é que todas estas palavras não são a “coisa” em si, mas apenas indicadores para AQUILO que permanece além de palavras e conceitos. É da mesma forma que a mão que aponta para a lua não é a própria lua, e como a palavra ‘água’ não vai saciar a nossa sede.

Não-Dualidade

Palavras e conceitos – qualquer atividade ou expressão mental – TODOS são apenas formas passantes sem nenhuma natureza independente ou substancia real. Todas essas aparências surgem e se dissolvem dentro da singular Realidade não-conceitual (Presença-Consciência), que permanece além daquilo que está contido dentro dela.

A função dualista é de fato a própria natureza da mente. É uma ferramenta de separação e de análise, que permite o funcionamento de organismos corpo / mente aparentemente separados em um mundo físico aparentemente objetivo – assim criando o percebedor e o percebido; o interior (o “eu”) e o exterior (o mundo).

Não-dualidade nos ensina, que esta separação é ilusória – uma tradução errada de algo que é essencialmente indivisível, atemporal, inteiro e eterno.

A mente (dualista) é um “gerador de realidade conceitual” que faz a manifestação aparecer como aquilo que parece que é. Não é uma ferramenta adequada para compreender a ‘Unicidade’ que É. Mas é a única ferramenta que temos…

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